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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Verão quase

Já estamos no outono? Posto que tudo é feito de mudança como diria o poeta, este ano o verão fez-se arredio, presenteou-nos com tudo ou quase tudo, faltando-lhe apenas exibir o almejado sol de forma continuada. Houve dias em que se diria estarmos nos trópicos, sentados na esplanada a saborear um café, de manga cava e um bom decote e a ouvir a chuva pingo-pingo no toldo. Apesar disso, as arribas, a atracção fatal, mesmo sem quase sol nenhum lá fomos em demanda delas, procurando a sombrinha, o aconhego, passando ali por umas brasas porque se dormiu mal de noite ou depois de uma boa sardinhada. Com uma falta de memória não diria colectiva mas quase, lá fomos nós ou alguns de nós, quase morrer outra vez debaixo delas. 
Nem o sinal de perigo nos demove, valendo até contorná-lo de perto e sentarmo-nos ao lado, ou ... assobiar para o lado.