Carolina Deslandes fez uma canção para o Dia da Mãe. Ainda não tem título. Aceitam-se sugestões.
Ora, oiçam:
Se atentarmos nas palavras veremos que grandes verdades são ditas nesta canção, na voz maviosa da autora. O mistério da maternidade na sua imensa magnitude. Quem que é que cuida da mãe depois da parto, do aleitamento, das noites mal dormidas, de toda a infância com as quedas, as birras, as idas ao medico.
E há uma outra circunstância: é que a mãe quase nunca aparece nas fotos, pois é ela que guarda os momentos para posteridade.
E hoje é Dia da Europa, a velha Europa, fraca e pusilânime na sua postura a precisar de homens e mulheres com acções felizes, funcionais e operacionais, de modo a despachar umas quantas ideias feitas e a recuperar a sua antiga glória. Não aquela glória de explorações, de escravatura de má memória, mas aquela que Jean Monet preconizou e que chegou a concretizar-se.
Temos vinte e sete estados-membros a compôr a União Europeia, é hora de fazerem alguma coisa no sentido de cuidarem desta mãe que já deu mostras de cuidar de todos.
Oiçamos de novo as belas palavras e a música de Carolina Deslandes.
Cuidemos de todos sem excepção e tenhamos a esperança de que num dia qualquer, de um ano qualquer possamos festejar com pompa e circunstância, com foguetes e alegria este Dia da Europa.
Bom fim-de-semana, amigos.
Abraços
Olinda
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Europa, aqui, no Xaile de Seda