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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Mornas - Instrumental


MORNA

PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

UNESCO

2019-12-11





Trago esta bela Rapsódia que preenche os nossos corações. 





Mas também este rabequista. Ora, apreciem-no. Assim, espontâneo, sem rede. E podem crer, é assim Cabo Verde, expressando naturalmente a sua música. Sempre foi assim e assim será.

Vai um pé de dança?

E não é que aqui encontrei aqui uma homenagem ao HUMBERTONA? 

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Meus amigos

Termino aqui esta pequena homenagem, (3 posts + este) mas já sabem, voltarei.

Bom fim de semana.

Abraço


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Na brêu di nha nôte - Celina Pereira




MORNA

PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

UNESCO

2019-12-11


Um pensamento para Adriano Moreira que, em 1961, numa visita a Cabo Verde, promoveu a vinda de um grupo de jovens cantores e músicos cabo-verdianos para Portugal, a fim de actuarem e darem a conhecer a sua música. Dizem-no os mais velhos.

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Câ Nô Dixâ Nôs Morna Morrê - Fernando Quejas




MORNA

PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

UNESCO

2019-12-11



Fernando Quejas (Praia30 de abril de 1922 - Lisboa28 de outubro de 2005) foi um cantor e compositor cabo-verdiano.

Em Portugal, onde residia desde 1947, Quejas notabilizou-se aos microfones da Emissora Nacional, onde se manteve durante 25 anos.

Entre 1953 e 1960, gravou 22 discos para a editora "Alvorada", e colaborou também com a RTP, como autor e intérprete em programas sobre Cabo Verde.

A partir da década de 70, dedica-se a programas de rádio e espectáculos junto das comunidades portuguesa e cabo-verdiana, em Portugal e no estrangeiro.

Regressou a Cabo Verde em 1990, a convite do Governo, para um espectáculo na Assembleia Nacional, na Cidade da Praia.

Na sua terra natal, foi um dos sócios fundadores do Rádio Clube de Cabo Verde, estreando-se na primeira emissão radiofónica em directo da emissora. aqui

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"Mar Eterno" - de Eugénio Tavares


Diz quem sabe que Fernando Quejas foi o primeiro compositor e cantor cabo-verdiano a levar a morna para fora de Cabo Verde. Fez ou passou para o português muitas Mornas para que a mensagem fosse percebida, tendo-a interpretado em programas da Emissora Nacional. Na terra natal esse seu gesto foi incompreendido. Com o tempo foi-lhe sendo reconhecido o seu lugar na divulgação da Morna.

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PENSAMENTO - B.LÉZA




MORNA

PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE

UNESCO

2019-12-11

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Francisco Xavier da Cruz (B.Leza ou Beléza) foi um músico de Cabo Verde.

Natural do Mindelo, B.Leza inovou a morna ao utilizar frequentemente os acordes de passagem, (chamados de meio-tom brasileiro na gíria dos músicos cabo-verdianos), antes pouco usados nesse género musical.

O seu estilo e a sua obra, que começaram a ter sucesso na década de 1950, marcaram a música de Cabo Verde nos vinte anos seguintes. Compôs dezenas de mornas, entre as quais se destacam Eclipse, Miss Perfumado, Resposta de Segredo Cu Mar e Lua Nha Testemunha, que, diz a lenda, foi composta no leito do hospital, dias antes da sua morte a 14 de Junho de 1958.
Diz também a lenda que muitas pessoas iam ter com o mestre B.Leza para lhe pedir uma morna para a pessoa amada, para uma serenata ou para assinalar um acontecimento. Em questão de dias, B.Leza tinha a obra feita. Moacyr Rodrigues escreve que “influenciado pela música brasileira e argentina – B.Leza – vai enriquecer não só a música com a introdução do meio-tom mas também a letra pelo desenvolvimento de ideias”. aqui


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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

MORNA - Classificada como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO

"A nação já pode celebrar: a morna já é Património da Humanidade", anunciou o ministro da Cultura de Cabo Verde. A decisão pública deverá ser conhecida em dezembro, na Colômbia. aqui








NOTA:
UNESCO avisa que não há decisão final sobre morna como Património Imaterial da Humanidade, o que só se verificará a 12 de Dezembro próximo, em Bogotá.

Leia mais aqui

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Esquina do Tempo: aqui
Onde poderá ler sobre as origens e a evolução
da "Morna"