segunda-feira, 28 de novembro de 2011

EMOÇÕES

Caríssimos


No seu blog EMOÇÕES a MARA oferece-nos uma belíssima pesquisa sobre o Fado, intitulado Fado - Patrimônio Mundial da Humanidade. Não vos digo mais nada. Convido-vos a lá irem...





Imagem retirada de 'Emoções'

domingo, 27 de novembro de 2011

La ballade des gens heureux

Gérard Lenorman
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Notre vieille Terre est une étoile
Où toi aussi et tu brilles un peu
Je viens te chanter la ballade
La ballade des gens heureux
Je viens te chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Tu n’a pas de titre ni de grade
Mais tu dis "tu" quand tu parles à dieu
Je viens te chanter le ballade
La ballade des gens heureux
Je viens te chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Journaliste pour ta première page
Tu peux écrire tout ce que tu veux
Je t’offre un titre formidable
La ballade des gens heureux
Je t’offre un titre formidable
La ballade des gens heureux


Toi qui a planté un arbre
Dans ton petit jardin de banlieue
Je viens te chanter le ballade
La ballade des gens heureux
Je viens te chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Il s’endort et tu le regardes
C’est ton enfant il te ressemble un peu
On vient lui chanter la ballade
La ballade des gens heureux
On vient lui chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Toi la star du haut de ta vague
Descends vers nous, tu verras mieux
On vient te chanter la ballade
La ballade des gens heureux
On vient te chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Roi de la drague et de la rigolade
Rouleur flambeur ou gentil petit vieux
On vient te chanter la ballade
La ballade des gens heureux
On vient te chanter la ballade
La ballade des gens heureux


Comme un chœur dans une cathédrale
Comme un oiseau qui fait ce qu’il peut
Tu viens de chanter la ballade
La ballade des gens heureux
Tu viens de chanter la ballade
La ballade des gens heureux

Gerard Lenorman - La ballade des gens heureux

sábado, 26 de novembro de 2011

Encontros


Na vã esperança de cumprir os dez mil passos a que me proponho todos os fins de semana, calcei os ténis, desci as escadas, saí e comecei com passos curtos, alargando-os à medida que avançava na minha caminhada. Não vi o meu amigo amolador, talvez por causa da tosse que lhe ouvi no outro dia ou... 

Passei pelo pequeno mercado de rua aspirando os cheirinhos a ervas aromáticas, olhando para um e para o outro lado, para as bancadas improvisadas em cima de caixotes onde havia talhadas de abóbora, couves, tangerinas, nabos, cenouras.  Passei por duas pessoas que vinham a entrar no recinto, ao ar livre, ela, uma mulher duns sessenta e tal anos e ele, um passo mais atrás, mais ou menos da mesma idade, uma bicicleta com cestinha, pela mão: ela, estou a falar consigo mas nem o conheço... e ele, eu também não a conheço e estou a falar consigo....e perdi o resto da conversa. 

Resolvi subir os três montículos artificiais do jardim, dar a volta e conservar-me mais ou menos na mesma área. Encostados a um muro dois homens de latitudes diferentes mas unidos pelos mesmos ideais ou crenças, já munidos de algumas brochuras, ofereciam a quem passava dias melhores e a esperança de um lugar reservado no dia do juízo final... Reparei nos acenos negativos corroborados pelo não, muito obrigado dos transeuntes. Dei comigo a admirar e a apreciar a disponibilidade destas pessoas que dedicam os seus dias de descanso a um apostolado nem sempre bem-vindo.

Consultei o pedómetro preso à minha cintura, decepção, um resultado que nem digo...andei mais a tomar conta de outras coisas do que a caminhar como devia. Passos perdidos? Bem, amanhã terei de me aplicar... 


Imagem Google