( feat. ANGÉLIQUE KIDJO)
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Angélique, minha querida, canta comigo
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Um convite da Lura, de ascendência cabo-verdiana, com a colaboração de Angélique Kidjo, do Benim, no sentido de se ultrapassarem diferenças, contando mais as semelhanças adstritas a todo o ser humano. Qualquer que seja a latitude, pelo mundo afora, há que encarar o outro, olhá-lo nos olhos com alegria, sem reservas.
A aparência física é o que salta à vista, i.e., a cor da pele, se se é gordo, feio ou com algum defeito físico, muitas vezes detalhes que assumem uma importância tal obliterando tudo o resto.
Depois vêm as escolhas de foro íntimo, as religiões, as formas de pensar que não prejudicam a ninguém, circunstâncias que muitos levam em conta na hora de julgar e que conduzem a quezílias irreconciliáveis.
Sabemos bem que há desentendimentos que se avolumam e que se transformam em guerra e disso temos exemplos que nos têm assombrado. Guerras que vão destruindo pessoas, pelo poder das armas e também pela fome.
Notícias preocupantes chegam até nós: Nos últimos 21 meses de guerra, mais de 17 mil crianças foram mortas e 33 mil ficaram feridas em Gaza. E continua a chacina, crianças desnutridas num campo de morte. Elementos da comunicação social, ali, em manifestação para que o ódio termine, porque até eles vão morrer de fome se essa insanidade não tiver fim...
Ouvi nestes últimos dias, tendo como pano de fundo a imensidão do mar, algumas músicas e, de entre elas, a que está mais acima. Tomo a liberdade de fazer minha a mensagem destas duas grandes cantoras.
Abraços, meu amigos.
Olinda
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Tradução livre. Não sei se consegui transmitir a essência da mensagem.
Li aqui (citação em itálico)
Imagem: pixabay