Esta figura da Avó teria de constar desta "Quinzena do amor". E vi a oportunidade neste poema publicado há poucos dias pelo amigo Toninho. Identifico-me com muitas das memórias que ele traz e, assim, fui ao seu blogue buscar esta preciosidade.
Borboleta, como disse Clarice: “É flor que voa.” Voe para lá do casulo, o tempo foi feito para você e não você para o tempo, breve ou delongado, viva o quinhão de eternidade contido em cada momento. Onde Deus te plantar, simplesmente, floresça.