Holambra (município paulista) é considerada o maior centro de produção de flores e plantas ornamentais. É também considerada, oficialmente, uma estância turística, que promove anualmente a maior exposição de flores da América Latina: a Expoflora, realizada anualmente, desde 1981, no mês de Setembro.
Setembro ainda vem longe. Porém, qualquer mês é bom para se falar de flores, em especial Fevereiro que apela a tudo o que é romântico, altura em que, por cá, se comemora o Dia dos Namorados.
Voltando ao nosso tema:
É evidente a preservação da cultura holandesa em muitos aspectos. Este é o Moinho Povos Unidos de Holambra, com 38,5 metros de altura (9 andares) e com o peso de 90 toneladas. O moinho foi construído em 2008 de acordo com os moinhos na província Holanda do Sul. Trata-se de réplica fiel de um tradicional moinho holandês, e conta com pás de 25 metros de comprimento.
Também em relação à gastronomia, a influência holandesa é um facto. Dizem-nos aqui: Quando se trata de comida típica holandesa torna-se necessário falar de batata. E continuo a ler: Pratos muito comuns feitos com batata são o stampot, puré de batata com verdura ou hutspot com cenoura.
Para além da referência à batata que também se come frita and so on, fala-se também de queijos, hamburguers e outras iguarias do género. Faz-me falta ler alguma coisa sobre comidas feitas pelas avós, essas lindas criaturas que existem em todo o lado, felizmente, qualquer que seja a cultura.
Também encontrei este video, que contém o Roteiro Gastronômico, turístico, de Holambra. Através do referido video ficamos a saber da variedade de pratos e a conhecer os restaurantes que os confeccionam. Mas ainda assim, deve haver pequenos segredos gastronómicos que se guardam e permanecem no seio das famílias.
Convido-vos a visitar este blogue. Nele encontramos belas imagens de Holambra e das suas flores.
Já agora, registo este slogan turístico:
Visite Holambra e descubra uma nova paixão.
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Amigos:
Um bom fim de semana.
Abraço
Olinda
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Quando eu era criança, e o caminhão carregado de flores, vindo de Holambra, chegava à minha cidade, era uma festa, todas as casas se enfeitavam.
Hoje vivo em uma cidade que sofreu com a "invasão" da Companhia das Índias Ocidentais, e a mando do conde alemão, Maurício de Nassau, foi incendiada, saqueada, vilipendiada, como foram todas as demais que viveram o processo de colonização. No entanto, o Recife, nossa vizinha, viveu um período de 24 anos, sob o domínio dessa coroa, e foi quando tivemos o primeiro plano de urbanização, investimentos de outras sortes, além da tolerância religiosa. Aqui acolá percebemos uma ou outra influência holandesa, mas não como Holambra.
Mas é essa diversidade que faz desse país, de 8. 514. 876 km² de extensão, ser essa surpresa e imensidão.
Mais uma vez saímos daqui enriquecidos com sua postagem, obrigada, deixo-te um beijão e um desejo de ótima semana!
;))







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