Carolina Deslandes fez uma canção para o Dia da Mãe. Ainda não tem título. Aceitam-se sugestões.
Ora, oiçam:
Se atentarmos nas palavras veremos que grandes verdades são ditas nesta canção, na voz maviosa da autora. O mistério da maternidade na sua imensa magnitude. Quem que é que cuida da mãe depois da parto, do aleitamento, das noites mal dormidas, de toda a infância com as quedas, as birras, as idas ao medico.
E há uma outra circunstância: é que a mãe quase nunca aparece nas fotos, pois é ela que guarda os momentos para a posteridade.
E hoje é Dia da Europa, a velha Europa, fraca e pusilânime na sua postura a precisar de homens e mulheres com acções felizes, funcionais e operacionais, de modo a despachar umas quantas ideias feitas e a recuperar a sua antiga glória. Não aquela glória de explorações, de escravatura de má memória, mas aquela que Jean Monet preconizou e que chegou a concretizar-se.
Temos vinte e sete estados-membros a compôr a União Europeia, é hora de fazerem alguma coisa no sentido de cuidarem desta mãe que já deu mostras de cuidar de todos.
Oiçamos de novo as belas palavras e a música de Carolina Deslandes.
Cuidemos de todos sem excepção e tenhamos a esperança de que num dia qualquer, de um ano qualquer possamos festejar com pompa e circunstância, com foguetes e alegria este Dia da Europa.
Bom fim-de-semana, amigos.
Abraços
Olinda
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Europa, aqui, no Xaile de Seda
Muito linda essa canção! Gostei muito!
ResponderEliminarÓtimo fim de semana! beijos, chica
Olá, Olinda
ResponderEliminarLinda canção. Ser mãe é um presente de Deus! Feliz Dia das Mães! Um forte abraço.
A Mãe Invisível, é o título que lhe dou.
ResponderEliminarJá a Europa está bem visível na sua vulnerabilidade.
Abraço
Dia da Europa e dia das Mães no Brasil, querida Olinda e esta canção é uma bela homenagem a essa Mulher que, sendo Mãe, cuida dos filhos, esquecendo-se de que também precisa de cuidados. É um amor para a vida um amor que nem sempre é retribuído, principalmente, quando envelhece e é considerada um estorvo. Abandonam-na como se de um trapo velho se tratasse e, infelizmente, vemos tantos casos destes...
ResponderEliminarNão sabia que hoje é o dia da nossa Europa também ela abandonada e a precisar com urgência de grandes reformas. Quem terá coragem de cuidar dela, de fazer as mudanças de que precisa para que a União Europeia cumpra aquilo que se pretendia quando foi criada.
Como sempre, aprendo muito aqui, querida Amiga.
Um beijinho e votos de saúde e serenidade perante este nosso mundo tão perigoso
Emília
🌻🌻
Amiga Olinda, boa tardinha de domingo!
ResponderEliminarUma música suave como o tema sugere.
Sim, a Mãe registration tudo para a posteridade...
Que tenha uma.nova semana abençoada!
Beijinhos fraternos
Boa tarde,Olinda. Realmente,a mãe é sempre a última a se sentir as necessidades. Sua posição de mãe a coloca como prioridade cuidar. Quantas vezes a mãe precisa de colo,mas ao contrário oferece o su colo.
ResponderEliminarLinda canção com bela reflexão.
Feliz dia das mães
https://kantinhodasmensagens.blogspot.com
Querida Olinda,
ResponderEliminarSeu texto é de uma lucidez tocante. Você começa com o microcosmo da maternidade — essa entrega silenciosa da mãe que, como bem notou, 'quase nunca aparece nas fotos' porque está ocupada demais eternizando a vida dos outros — e nos leva ao macrocosmo da nossa velha Europa.
É um paralelo belíssimo e, ao mesmo tempo, um chamado à responsabilidade. Assim como a mãe que cuida de todos precisa, em algum momento, ser cuidada, você nos lembra que a União Europeia atravessa um momento de fragilidade que exige ações 'felizes e operacionais'.
Sua referência a Jean Monnet é precisa: resgatar a glória não pelo poder de domínio, mas pela cooperação e pelo cuidado mútuo entre os vinte e sete estados-membros. Que possamos, de fato, honrar essa 'mãe' que nos acolhe, despachando as ideias feitas e recuperando a dignidade que o projeto europeu merece.
E quanto à Carolina Deslandes, não haveria trilha sonora mais adequada. A voz dela realmente carrega essa magnitude que você descreveu, transformando palavras em verdades que vibram na alma.
Obrigado por mais essa reflexão no seu Xaile de Seda. Que o seu fim de semana seja tão inspirador quanto suas palavras.
Um grande abraço! se puder volte a seguir o blog Vozes de Minha Alma, pois o outro foi deletado por um acidente.
Sugiro Mãe Maviosa para essa linda canção
ResponderEliminarFeito aberto coração materno que ama e goza
De amor e atenção, mas dosa seu afetos e seus ralhos
Aponta rumo e atalhos ao caminhar neste mundo,
Dado seu amor profundo entre lutas e trabalhos.
Abraço fraterno, querida Olinda. Laerte.
Uma chamada de atenção feita muito a propósito.
ResponderEliminarVotos de uma semana muito feliz.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
O Dia das Mães é sempre quando estamos em harmonia em casa , minha experiência foi assim _ ser mãe sem super poderes. E, querer que mesmo longe estejam sempre ao seu alcance. Lembrar com carinho da mãe que não pode ter-me no colo e aguardar o momento de conhecê-la em outra dimensão. Muito oportuno seu texto, independente do que quer que seja festejemos o Dia da Europa !
ResponderEliminarUm abraço, Olinda
_ corrigindo : 'estejam sempre ao meu alcance' ...
EliminarA canção é muito bonita, gostei de ouvir.
ResponderEliminarBoa semana.
Um abraço.
A Europa pariu belos filhos e uma cultura incrivelmente rica. A história é a história. Não podemos julgar a história, apenas contá-la e aprender com ela. Vejo que hoje a Europa passa por perigos que podem abalar sua cultura judaico-cristã. O avanço do Islã radical já é um problema. A baixa natalidade europeia e o desprezo dos mais jovens por esses valores que fizeram da Europa ser o que ela já foi e ainda (até quando?) é.
ResponderEliminarA música e a cantora são maravilhosas.
Amém. Que assim seja.
ResponderEliminarBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Olá, amiga Olinda.
ResponderEliminarÉ uma excelente pergunta que fica no ar.
Infelizmente, há muitas mães e pais, diga-se em boa verdade, que são abandonados pelos filhos. Principalmente quando estão debilitadas. É uma realidade que nos choca a todos. Mas acontece com frequência.
As mães merecem todo o respeito, amor e carinho.
Deixo os votos de uma excelente semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Que perfeito retrato-falado em música e poesia... "a Mãe cuida de tudo, mas quem é que cuida da Mãe?"
ResponderEliminarVerdades que a rotina esconde, o tempo abafa, a memória segrega quase automaticamente, mas "ela"continua vívida na existência de cada ser humano.
Eu lastimo esses tempos tão confusos pra a Europa e, não só...
Feliz semana pra ti, Olinda.
Bjsssss
Olá, amiga Olinda, gostei muito desta bela postagem, tanto em homenagem ao Dia das Mães, como o Dia da Europa.
ResponderEliminarO vídeo é muito bonito.
Gostei muito, amiga.
Um beijo.
Pois, Olinda, Carolina sabe bem o que significa ser mãe. E chama pelo nome: a invisibilidade do cuidado. Ela sabe: a mãe é a base que sustenta o crescimento, ameniza as dores, guarda memórias.
ResponderEliminarE quantas vezes ela não passa de uma figura de bastidor?
Belo saque, melhor que um atleta profissional: comparar a figura da mãe à Europa atual. Significativa e oportuna esta reflexão.
A ideia de uma União Europeia que precisa redescobrir o pragmatismo e a visão de Jean Monnet é fundamental. Monnet não focava em abstrações, mas em "ações concretas que criam uma solidariedade de fato". E, para tanto, duas coisas são imprescindíveis: cuidado e empatia ("o cuidar de todos sem exceção”. Assim, certamente, o Dia da Europa deixará de ser uma data protocolar e passará a ser a celebração de uma casa onde todos se sintam protegidos e representados.
Assim como a mãe da sua analogia, as ações que sustentam o dia a dia dos cidadãos precisam aparecer e ser valorizadas. Que essa esperança de celebrar "com pompa e circunstância" se transforme em vontade política.
Gostei demais desta sua postagem do paralelo entre a mãe e a Europa. E as demais postagens que permitem o mergulho do leitor mais carente.
Beijinhos, querida amiga!
Carlos