O "São Martinho" já não é o que era. Aquele suspense que se vivia nos dias antecedentes já bastante chuvosos, já frios, com o cheiro a castanhas assadas, à espera do dia 11, cheio de Sol, não aconteceu este ano. O Verão, um Verão castigador, prolongou-se indefinidamente. E hoje comemos castanhas, sim, mas há qualquer coisa que falta.
A situação de seca extrema em alguns pontos do nosso país abala-nos e adivinhamos tempos bastante problemáticos, tanto para a agricultura como para o gado. A própria água para consumo já falta nas torneiras. Urge que tenhamos bem presente que é preciso poupar água, utilizando-a de forma racional. Para poupar água, já o tenho referido e toda a gente o sabe, há que começar a fazê-lo nas nossas casas, nos nossos quintais, nas pequenas propriedades de cultivo que circundem as nossas casas.
Não há dúvida que as alterações climáticas é um problema que temos de levar muito a sério. Nós os leigos não sabemos muito bem o que pode acontecer, mas deu para perceber que nada de bom virá dali. E de nada vale ficarmos à espera que os cataclismos aconteçam para depois tomarmos medidas. Enquanto as crises e as emergências não nos assoberbem, aproveitemos para pensar nas coisas e encontrar soluções. É sempre bom dizê-lo, repeti-lo e convencermo-nos disso.
Pensemos. Pensemos todos na melhor maneira de ir minorando esse grande problema. Ponhamos questões, conversemos uns com os outros. Não chovendo, ou não chovendo o suficiente, o que fazer? Será que a adopção de sistemas de rega gota-a-gota poderia ajudar, pelo menos, a produzir aquele mínimo necessário, quase uma agricultura de subsistência? Claro que o ideal será produzir em grande escala. Talvez mesmo para isso a ideia não seja descabida porque já experimentada. Mas, deixo isso para as grandes cabeças, capazes de vislumbrar grandes soluções.
Já pude verificar in loco que o sistema de rega gota-a-gota dá resultados excelentes. Com a água direccionada para as raízes das plantas ela é toda aproveitada. Há quem refira que uma das desvantagens de tal sistema é que a sua instalação é dispendiosa. Será. Mas, para grandes males, grandes remédios e aí as ajudas institucionais seriam bem-vindas.
Desejo-vos um dia de São Martinho agradável.
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Comentário da amiga Odete Ferreira, um grande contributo para o tema deste post:
A situação de seca extrema em alguns pontos do nosso país abala-nos e adivinhamos tempos bastante problemáticos, tanto para a agricultura como para o gado. A própria água para consumo já falta nas torneiras. Urge que tenhamos bem presente que é preciso poupar água, utilizando-a de forma racional. Para poupar água, já o tenho referido e toda a gente o sabe, há que começar a fazê-lo nas nossas casas, nos nossos quintais, nas pequenas propriedades de cultivo que circundem as nossas casas.
Não há dúvida que as alterações climáticas é um problema que temos de levar muito a sério. Nós os leigos não sabemos muito bem o que pode acontecer, mas deu para perceber que nada de bom virá dali. E de nada vale ficarmos à espera que os cataclismos aconteçam para depois tomarmos medidas. Enquanto as crises e as emergências não nos assoberbem, aproveitemos para pensar nas coisas e encontrar soluções. É sempre bom dizê-lo, repeti-lo e convencermo-nos disso.
Pensemos. Pensemos todos na melhor maneira de ir minorando esse grande problema. Ponhamos questões, conversemos uns com os outros. Não chovendo, ou não chovendo o suficiente, o que fazer? Será que a adopção de sistemas de rega gota-a-gota poderia ajudar, pelo menos, a produzir aquele mínimo necessário, quase uma agricultura de subsistência? Claro que o ideal será produzir em grande escala. Talvez mesmo para isso a ideia não seja descabida porque já experimentada. Mas, deixo isso para as grandes cabeças, capazes de vislumbrar grandes soluções.
Já pude verificar in loco que o sistema de rega gota-a-gota dá resultados excelentes. Com a água direccionada para as raízes das plantas ela é toda aproveitada. Há quem refira que uma das desvantagens de tal sistema é que a sua instalação é dispendiosa. Será. Mas, para grandes males, grandes remédios e aí as ajudas institucionais seriam bem-vindas.
Desejo-vos um dia de São Martinho agradável.
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Comentário da amiga Odete Ferreira, um grande contributo para o tema deste post:
Muito importante esta postagem...
Sou, por natureza, uma poupadora dos recursos naturais e, com assertividade, vou captando adeptas; a senhora que me ajuda nas tarefas caseiras já se rendeu; no princípio , já me disse, não me entendia. Quanto à água, nenhuma é desaproveitada:enquanto não chega a água quente, encho um garrafão; a das lavagens é reutilizada no WC; rega, é conta-a-gota, eliminei a relva, etc. Um vez, num programa de rádio local, onde era comentadora residente, dei conta destas coisas; um dos colegas de programa, riu-se. Gostava de saber o que ele diria no caso desta seca extrema que a todos nos aflige. Incidi na questão da água, mas há muitos outros procedimentos de são gestos naturais em mim.
Sou, por natureza, uma poupadora dos recursos naturais e, com assertividade, vou captando adeptas; a senhora que me ajuda nas tarefas caseiras já se rendeu; no princípio , já me disse, não me entendia. Quanto à água, nenhuma é desaproveitada:enquanto não chega a água quente, encho um garrafão; a das lavagens é reutilizada no WC; rega, é conta-a-gota, eliminei a relva, etc. Um vez, num programa de rádio local, onde era comentadora residente, dei conta destas coisas; um dos colegas de programa, riu-se. Gostava de saber o que ele diria no caso desta seca extrema que a todos nos aflige. Incidi na questão da água, mas há muitos outros procedimentos de são gestos naturais em mim.
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Sistema de rega gota-a-gota
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