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domingo, 3 de abril de 2022

O Príncipe de Bel-air

É como me lembro dele. Um rapaz desempenado numa série de humor que acabou por lhe dar fama. Ainda que tenha vindo a desempenhar outros papéis, também de relevo, em filmes que também vi, a série denominada "Príncipe de Bel-air" sempre teve o seu lugar privilegiado.

A notícia da bofetada a um humorista na noite dos óscares veio manchar o seu currículo. Por pouco se pode ganhar o pódio dependendo das oportunidades e de momentos propícios, mas também por pouco se pode perder o brilho de uma carreira. Já tem acontecido. E voltará a acontecer. Infelizmente é assim o mundo. Com as notícias em directo o impacto é estrondoso.

E está mais do que visto que a violência nunca é opção nem solução para nada. Mormente quando se ocupa lugar de destaque na sociedade. As pessoas nesse patamar têm de fazer por continuar a merecer a admiração e o respeito que lhes são atribuídos.

Temos pena, Will Smith.




Já nos basta ver o mundo de pernas para o ar numa guerra, na Europa, que sacrifica inocentes, fazendo vítimas a toda a hora, esse conflito em que a Rússia quer fazer vergar a Ucrânia, um país soberano. Milhões de refugiados, com crianças e idosos, homens e mulheres a defenderem o seu rincão, vidas estragadas. 

Esperamos ardentemente por uma solução. Enquanto isso, o que vemos é destruição e morte. Sem contar com outros povos que dependiam do fornecimento de cereais e que agora podem ver-se a braços com a sua falta, estando a fome à espreita. No Norde África, por exemplo...

Infelizmente, Will Smith, a alopécia é uma doença terrível. Lamento imenso. Mas as graças, as piadas, mesmo sem graça e até cruéis, resolvem-se de outra forma. Não à estalada.

Meus amigos, tenham um bom resto de domingo.

Abraços.

Olinda