Neste nosso mundo, falar de felicidade como factor indispensável para um modo de vida saudável é quase uma lamechice. Mostrar que se é bom, aliás, excelente em tudo, correr dum lado para o outro em reuniões, a fazer demonstrações da bondade deste ou daquele produto é que é. Ganhar credibilidade entre os pares, somando créditos nos negócios, não há coisa melhor. Mas, o que é mesmo bom fica para trás. Lá no fundo temos a esperança de que quando acabarmos de fazer tudo gozaremos a vida, com uma boa reforma, conheceremos com vagar os sítios maravilhosos com que sonhámos toda a vida, faremos aquelas férias maravilhosas.
Há um lugar onde a Felicidade não espera. Ela tem de ser vivida no quotidiano e, pasmemo-nos, por decisão política. O sítio onde se mede o desenvolvimento do país pela satisfação dos cidadãos é governado por um rei e pela sua bela mulher, ambos jovens e amados, é o BUTÃO. O conceito de desenvolvimento social, FIB, foi criado pelo pai do actual monarca, contrapondo-se ao PIB, em
resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia
miseravelmente.
Foi ontem que soube desta coisa algo mirífica, num programa muito interessante da RTP, Olhar o Mundo. Então, fui à procura de mais elementos e se estiverem interessados acedam aqui e também a 10 coisas que o povo do Butão faz diferente e que faz dele o povo mais feliz do mundo.
E com esta me vou. Desejo-vos uma semana muito Feliz.
Abraço.
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Imagens: Internet

