Para as pessoas se sentarem, dir-me-ão. Concordo. E há tantas e tantas situações que nos levam a sentar-nos num banco, num banco de jardim, por exemplo. Seja porque estamos cansados, velhos e gastos e apetece-nos encostar a bengala, recuperar o fôlego e ver a vida a passar. Ou porque somos crianças, depois de tanto pular e saltar sabe bem encostarmo-nos a eles, ainda que continuemos a atirar a bola indo num instante buscá-la. Porque somos jovens e apetece-nos enlaçar o nosso par e namorar. Ou também para uma cavaqueira entre amigos, enfim... O certo é que eles nos oferecem um certo bem-estar, dependendo a sua intensidade e qualidade do facto de terem encosto ou não.
Depois há os outros bancos. Diz-se que estes derivam daqueles, com fundas raízes no léxico germânico. Polissemia ou homonímia? Minudências linguísticas... Diz-se ainda que os nossos antepassados com inspiração para este tipo de negócio iniciaram-se com transacções fiduciárias sentados em bancos ou encostados a bancadas. As estruturas sofisticadas que conhecemos por instituições bancárias, viriam depois.
Agrada-me este aproveitamento e familiaridade com o banco, na versão, estabelecimento bancário, porque o idealizo como um lugar seguro onde depositamos as nossas poupanças, fazemos os nossos empréstimos e recebemos ou pagamos os juros devidos, sempre na base do preço justo. Além disso, não teremos de o salvar de naufrágios por incúria e má visão dos seus gestores, antes pelo contrário. E se assim não é, salve-se ao menos a utopia...
Imagem:Internet
Depois há os outros bancos. Diz-se que estes derivam daqueles, com fundas raízes no léxico germânico. Polissemia ou homonímia? Minudências linguísticas... Diz-se ainda que os nossos antepassados com inspiração para este tipo de negócio iniciaram-se com transacções fiduciárias sentados em bancos ou encostados a bancadas. As estruturas sofisticadas que conhecemos por instituições bancárias, viriam depois.
Agrada-me este aproveitamento e familiaridade com o banco, na versão, estabelecimento bancário, porque o idealizo como um lugar seguro onde depositamos as nossas poupanças, fazemos os nossos empréstimos e recebemos ou pagamos os juros devidos, sempre na base do preço justo. Além disso, não teremos de o salvar de naufrágios por incúria e má visão dos seus gestores, antes pelo contrário. E se assim não é, salve-se ao menos a utopia...
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