Noémia de Sousa, considerada a "Mãe da poesia moçambicana", completaria 100 anos no dia 20 de Setembro de 2026. Na sala da Lusa, que teve o nome da poetisa, sua antiga jornalista, foi homenageada e recordada com emoção.
Vera Guerreiro recordou-a assim:
"Noémia era humilde e discreta. Não gostava de palco. Mas a homenagem a esta grande mulher impunha-se e hoje o palco é dela", disse a jornalista.
A Agência Lusa completou agora os 40 anos de existência e foi dito por Nicolau Santos que o nome da poetisa moçambicana levou ao evento a admiração pela mesma, tendo lido um dos seus poemas mais emblemáticos.
O pintor e escultor moçambicano Lívio de Morais que conviveu com Noémia de Sousa, congratulou-se com a homenagem, classificando-a de muito justa e que "marca o momento geopolítico de Moçambique".
E a partir de Moçambique, Nelson Saúte, escritor e editor do livro de Noémia de Sousa, "Sangue Negro" da biografia "Se me quiseres conhecer - Noémia de Sousa: Biografia Literária", juntou-se aos participantes partilhando momentos da longa amizade e revelou que uma editora portuguesa vai, pela primeira vez, editar a sua poesia.
De referir que jovens poetas de Mafala apelam a iniciativas para preservar o legado da escritora no ano do seu centenário, incluindo bibliotecas, escolas e até ruas com o seu nome. aqui
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Agência Lusa celebra com poesia o centenário de Noémia de Sousa.
Ver no Xaile de Seda
No conocía sobre ella . Me gusto leer su poema. Te mando un beso y te deseo un buen fin de semana.
ResponderEliminarBela e bem merecida homenagem à centenária Noémia de Souza!
ResponderEliminarLindo fim de smana! beijos, chica
Fui lendo sobre esta mulher admirável no Facebook.
ResponderEliminarBelo poema!
Abraço
Que bello homenaje. Sin duda una gran poeta. Besitos y feliz fin de semana
ResponderEliminarUm poema que tanto diz sobre África. É quase um grito de alerta de Noémia de Sousa, autora que não conhecia, apesar de ser a "Mãe dos poetas moçambicanos". Obrigada por divulgar.
ResponderEliminarTudo de bom.
Um beijo.
Amiga Olinda, boa noite de sábado!
ResponderEliminarGosto da sua atenção com pessoas valiosas.
Textos ótimos e o poema é intenso, de alma...
Tenha um final de semana abençoado!
Beijinhos fraternos
Olinda sempre trazendo a conhecer os belos momentos da historia com raizes na Africa. O poema é um retrato de uma velha Africa pisoteada e chicoteada, deixando marcas eternas nas gerações. Homenagear quem se sensibilizou pelo sofrimento de uma escravatura impiedosa. Se queres conhecer, mergulhe na historia de quem se viu arrastado e chicoteado na mais vil exploração.
ResponderEliminarÉ preciso Olinda estar sempre acordando a humanidade sobre os horrores de um povo e que ainda ouve os tilintar dos grilhões, que ainda sente o medo e o frio nos porões dos navios.
Grato sempre Olinda por trazer e fazer conhecer a historia de lá.
Carinhoso abraço amiga e bom domingo de feliz semana.
Olá, amiga Olinda.
ResponderEliminarConfesso que não conhecia esta autora/poetisa, que aqui nos traz. Fiquei a conhecer um pouco com esta excelente partilha que aqui nos deixa.
Este poema poderoso, diz muito sobre muito sobre o sofrimento do povo moçambicano. Gostei bastante.
Deixo os votos de um bom fim de domingo, e uma ótima semana.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
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