Casada com D. Dinis, o Rei trovador e Lavrador, com quem governou durante 44 anos, Isabel de Aragão, viria a falecer a 4 de Julho de 1336, vítima de peste.
Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas a melhor rosa de Aragão, que herdou o nome da Santa Isabel da Hungria, era boa para ser rei, como dizia muitas vezes o marido.
Mulher profundamente religiosa e amiga de ajudar os necessitados, ficaria no nosso imaginário a lenda "o milagre das rosas": Que levais aí, Senhora? São Rosas, meu Senhor".
Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela. Sempre acreditou que a película em que nascera a protegeria de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?
Isabel de Aragão, romance de Isabel Stilwell. Emocionante.
Ai flores, ai flores do verde pino
-D.Dinis-
Bom domingo, meus amigos.
Abraços
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Veja:
Centro do Mundo - post no Xaile de Seda
Imagem e itálicos do livro referido
