Desde 2011 por cá, a princípio titubeante e à medida que o tempo passa mais titubeante ainda. Ora publicando poesia, literatura, ora ingressando ousadamente em temas de que não se fala muito.
E assim vamos andando, o mundo cada dia mais confuso e estranho, de pernas para o ar. Nada que nos surpreenda. Sempre aconteceu e há-de sempre acontecer. Periodicamente aparecem loucos que se sentem donos disto tudo. Felizmente, há o contraponto ainda não vislumbrado mas esperado.
Motivos para festejar mais este um ano, o 14º? Talvez. Continuamos aqui, embora não se saiba até quando. O ser humano tem a mania de fazer planos para o futuro em vez de viver o presente e aproveitar o que ele nos oferece. Mas o presente não está de feição, é verdade...
«Alguma coisa se há-de fazer quando / não há nada que fazer e o tempo se desdobra / até um ponto em que deixa de haver ontem / ou amanhã, e muito menos hoje.» *
Dias bons, meus amigos
Beijinhos e abraços.
Olinda
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*Versos de A.M.Pires Cabral, trazidos do Abencerragem.
Imagem: pixabay