Vós, Portugueses, poucos quanto fortes,
Que o fraco poder vosso não pesais;
Vós, que, à custa de vossas próprias mortes,
A Lei da vida eterna dilatais:
Assi do Céu deitadas são as sortes
Que vós, por muito poucos que sejais,
Muito façais na santa Cristandade,
Que tanto, ó Cristo, exaltais a humildade!
"Os Lusíadas", Canto sétimo, Canto 3
Luís Vaz de Camões (Lisboa?, c. 1524 – Lisboa, 10 de junho de 1579 ou 1580) foi um poeta e soldado português, considerado o poeta nacional de Portugal, o maior representante do renascimento português, o escritor mais importante da língua portuguesa e um dos grandes expoentes da literatura ocidental, famoso por sua epopeia Os Lusíadas (1572) e por seus sonetos (editados, postumamente, com outros poemas líricos do autor nas Rimas, em 1595).
Neste ano as Comemorações do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades fazem-se nos Açores, Ilha Terceira, enquanto o mundo se encontra mergulhado, na actualidade, em grande confusão.
Bom feriado, amigos.
Abraços.
Olinda
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aqui - A biografia de Camões...
Dia da Raça é para esquecer!
ResponderEliminarAbraço
Camões sempre Camões, o grande!
ResponderEliminarParabéns pela data!
beijo, chica
É a primeira vez, depois de muitos anos, que não participo das Comemorações do 10 de junho no Gabinete Português de Leitura. Aliás, na verdade, não sei se houve comemorações por lá. “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”... talvez isso explique as mudanças que ocorrem no GPL. Mantenho os laços com a Casa, com os amigos e, sobretudo, com a cultura portuguesa que me atravessa há anos.
ResponderEliminarBeijinhos, amiga!