Junho é o mês dos Santos Populares, Santo António, São João, São Pedro.
E porque amanhã é dia de Santo António, Lisboa está toda engalanada para receber, hoje, os grupos das Marchas Populares que todos os anos desfilam na Avenida da Liberdade, num redemoinho de som, luz e cor. Também as Noivas de Santo António terão hoje o seu dia inesquecível, verificando-se depois o copo de água no Museu da Cidade. Espalhados pelos bairros históricos da cidade proliferam arraiais que aliam a música popular a sardinhadas e bifanas.
E quem é este Santo, que Lisboa apelida de Santo António de Lisboa, Santo casamenteiro, e Pádua de Santo António de Pádua?
Fernando Martins de Bulhões (Lisboa, 1195-Pádua, 1231), pregador, apóstolo, taumaturgo, teólogo e místico, Doutor da Igreja, toma o nome de António quando ingressa na Ordem Franciscana. Parte para Marrocos para converter os chamados infiéis muçulmanos e, no regresso, o navio é desviado por temporal e aporta na Sicília.
Percorre diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225 e acaba por ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse. António transfere-se para Pádua depois da morte de S. Francisco de Assis, começando a fazer sermões dominicais, de tal forma acessíveis ao povo que cada vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir, passando assim da Igreja para os adros e destes passa a falar em campo aberto.
É um caso raro de popularidade. A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. As pessoas tentam aproximar-se dele com o intuito de cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como relíquia. São-lhe atribuídos os Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230), documentos importantíssimos.
Morre em 13 de Junho de 1231 e é canonizado um ano depois, caso único na História da Igreja Católica.Tanto Lisboa como Pádua comemoram este dia em honra de Santo António.
Santo António de Pádua ou de Lisboa? Irrelevante, porque a devoção que lhe é dedicada transpõe estas fronteiras. Realmente verifica-se em várias partes do mundo. No Brasil, por exemplo, também, ele é o Santo casamenteiro.
E porquê casamenteiro?Segundo a lenda, ele era um bom conciliador de casais.

Percorre diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225 e acaba por ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse. António transfere-se para Pádua depois da morte de S. Francisco de Assis, começando a fazer sermões dominicais, de tal forma acessíveis ao povo que cada vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir, passando assim da Igreja para os adros e destes passa a falar em campo aberto.
É um caso raro de popularidade. A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. As pessoas tentam aproximar-se dele com o intuito de cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como relíquia. São-lhe atribuídos os Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230), documentos importantíssimos.
Morre em 13 de Junho de 1231 e é canonizado um ano depois, caso único na História da Igreja Católica.Tanto Lisboa como Pádua comemoram este dia em honra de Santo António.
Santo António de Pádua ou de Lisboa? Irrelevante, porque a devoção que lhe é dedicada transpõe estas fronteiras. Realmente verifica-se em várias partes do mundo. No Brasil, por exemplo, também, ele é o Santo casamenteiro.
E porquê casamenteiro?Segundo a lenda, ele era um bom conciliador de casais.
Referências sobre Santo António
Imagem:Google