Sentada diante das fundações do edifício onde se preparam para dar vida a muitas das ideias do professor Luís, experimento uma emoção difícil de explicar - se me permitem uma confissão mais íntima. Como é possível que os sonhos de vários humanos se tenham combinado nos seus variados interesses e experiências de vida para construir uma casa de sabedoria chamada Quake - Museu do Terramoto de Lisboa?
E, no entanto, aí está esse lugar de encontro, entre experiências de empatia e de comoção, mas também de compreensão do raciocínio lógico e de beleza de engenharia e da técnica, um lugar onde o divertimento é colocado ao serviço da memória, e o respeito pelas vítimas e a memória do sofrimento humano se transformam em serviço aos lisboetas futuros (e a toda a Humanidade), para que, diante de uma mais que possível catástrofe, possam minimizar o impacto das forças desumanas - e tantas vezes cruéis - da Natureza.
Recordar 1755, pg 105, André Canhoto Costa
Museu Quake:
história do terramoto de Lisboa
Passagem do Livro acima mencionado em que o autor se serve de alguém, de nome Mariana, para falar de Lisboa dos tempos faustosos e da grande desgraça que se abateu sobre ela - o Terramoto de 1755, no dia primeiro de Novembro.
O Quake – Museu do Terramoto de Lisboa é uma experiência imersiva dedicada ao grande terramoto de 1755, um dos acontecimentos mais marcantes da história de Lisboa. Através de cenários realistas, efeitos especiais, tecnologia multimédia e momentos interativos, o museu recria o impacto do terramoto, do tsunami e dos incêndios que se seguiram, permitindo aos visitantes compreender o contexto histórico, científico e social deste evento. Trata-se de uma visita educativa que combina história, ciência e inovação numa experiência envolvente.
Castigo de Deus, segundo alguns. Abalou intelectuais dessa Europa fora, tendo Voltaire produzido um extenso poema intitulado "Poema sobre o desastre de Lisboa".
***
A Venezuela está a atravessar momentos devastadores, desde quarta-feira à noite, na sequência de dois sismos que, na escala de Richter, registaram 7.2 e 7.5 de magnitude. Muitas mortes e desaparecidos abalam esse país da América do sul.
É pena que a entrada seja tão cara, daí o meu filho ainda não ter ido aí com os meus netos. Eu também gostaria de visitar. A natureza está sempre a surpreender-nos e Portugal é um território de risco elevado.
Querida Olinda, Achei muito interessante e importante a criação de um museu específico para informar e explicar os impactos dos abalos sísmicos nas cidades e países pelo mundo! Os terremotos são eventos assustadores e a maioria das pessoas não sabe como agir nessas situações, por isso a importância do conhecimento. Sobre a situação da Venezuela, nossos vizinhos aqui do Brasil é de muita consternação pelos fortes tremores de terra que tiveram, só podemos desejar muita força e ajuda de todos para superar tamanho sofrimento e desespero! Um abraço!
Olinda, os terremotos são eventos terríveis, assustadores. Aqui perto do Brasil, a Venezuela, que nos faz fronteira no norte, sofreu um terremoto bem forte como você citou. Aqui no Brasil nunca tivemos terremotos de fato, apenas pequenos tremores em alguns lugares e de tempos em tempos em algumas regiões, mas nada que se compare com um terremoto de fato. Gostei de conhecer tal museu.
This is so hauntingly beautiful but incredibly tragic. Reading about how the Quake Museum uses engineering and interactive history to honor the 1755 disaster is amazing, especially because it serves as a house of wisdom to protect future generations. It is wild how Voltaire was writing poetry about it centuries ago, trying to make sense of the same cruel forces of nature. Connecting that historical memory to what is happening right now in Venezuela with those back-to-back earthquakes is completely heartbreaking.
It is incredible that Lisbon built a whole house of wisdom to turn the memory of the 1755 disaster into a tool for survival. Seeing how they use technology and engineering to keep future generations safe is amazing, especially when you realize how deeply that event shook the entire world back then.
Amiga Olinda, boa noite de paz! Não sei como vamos viver com tantos efeitos diferentes acontecendo tão perto de nós... Calor de mais de 40 graus e terrremotos dentre outros... Só Deus para nos salvaguardar. Tenha dias abençoados! Beijinhos fraternos
Excelente divulgação, Olinda. Terramotos, são acontecimentos que aterrorizam o ser humano pela imprevisibilidade de todo o acontecimento. Gratidão pela oportunidade, infelizmente presente noutros lugares da Terra.
Querida Olinda, muito bom teres trazido este tema, para que nos lembremos daqueles que sofrem com os desastres naturais. Muitos deles são agravados pela irracionalidade humana que não sabe respeitar a natureza. O que está a acontecer na Venezuela é de uma tristeza tamanha e nao podemos ficar insensíveis a tão grande desgraça. Lisboa é uma zona crítica, mas, não sei se as nossas autoridades têm feito alguma coisa para minimizar os efeitos de um novo terramoto. Não conhecia a existência deste museu e gostei de o conhecer. Obrigada por isso. Amiga, espero que estejam todos bem. Deixo-te um beijinho de agradecimento pelo tanto que nos ensinas no teu Xaile Emília 🌻🌻
Olá, amiga Olinda. Um tema muito atual e premente, que muitas vezes descuramos. Em particular os especialistas em sismos. O terramoto de 1755, devia ser o exemplo para os especialistas perceberem que a zona da grande Lisboa está numa zona sísmica, e ao longo destes séculos pós 1755, terem feito construções mais seguras, para minimizar o impacto sísmico. Porque é sabido que mais ano menos ano, ele vai acontecer. Muitas vezes, infelizmente, é preciso haver tragédias como a da Venezuela para que os especialistas se lembrarem.
Deixo os votos de um bom fim de semana, com tudo de bom. Beijinhos, com carinho e amizade.
Olá, amiga Olinda, gostei muito desta excelente postagem que mostra um pouco a memória de Portugal, em especial Lisboa, e o que é mantido vivo para os contemporâneos. Um ótimo domingo, um abraço, amiga.
Olá, querida, que tragédia esses terremotos, pega todos desprevenidos, que drama que passam os humanos. O de Lisboa... nunca mais, que Deus proteja os irmãos portugueses, mas... sempre em alerta! Pobre povo venezuelano... estão enfrentando cada uma... Votos de uma feliz semana, querida. Beijinhos.
Já li o livro, que é muito interessante, mas ainda não visitei o museu. E, pelo que vi no vídeo, o museu vale mesmo a pena ser visitado. Boa semana miga Olinda. Um abraço.
Lisboa foi vítima não só desse terramoto, mas também de um outro muito anterior e igualmente muito grave. Infelizmente, a repetição é só uma questão de tempo.
A tragédia vivida na Venezuela corta o coração ...
Olinda, que museu interessante! Aliás todas as espécies de museus trazem um pouquinho de ajuda à humanidade para entender as coisas e tentar salvaguardar o futuro de possíveis tragédias. Infelizmente na Venezuela as coisas estão difíceis, uma tristeza sem fim. Que Deus ajude a todos!! Beijos querida!!
Caríssima Olinda! Ando meio recolhido, mas compulsando os livros, pois ainda ambiciono fazer algo mais duradouro em 2026. Como descreve André Canhoto Costa, a fundação do Quake – Museu do Terramoto de Lisboa é uma virada madura na forma como Portugal lida com o seu maior trauma histórico. Em vez de soterrar a memória da tragédia sob o peso do esquecimento ou da mera lamentação, a iniciativa portuguesa contemporânea transforma a dor de 1755 em conhecimento vivo, ciência e resiliência prática. Mais do que isso, essa instituição converte o trauma em serviço público. O respeito pelas vítimas de 1755 materializa-se na educação e na prevenção, transformando o luto histórico na maior ferramenta de sobrevivência para o amanhã. Um final de semana, Olinda! Beijinhos,
É pena que a entrada seja tão cara, daí o meu filho ainda não ter ido aí com os meus netos.
ResponderEliminarEu também gostaria de visitar.
A natureza está sempre a surpreender-nos e Portugal é um território de risco elevado.
Abraço
Querida Olinda,
ResponderEliminarAchei muito interessante e importante a criação de um museu específico para informar e explicar os impactos dos abalos sísmicos nas cidades e países pelo mundo! Os terremotos são eventos assustadores e a maioria das pessoas não sabe como agir nessas situações, por isso a importância do conhecimento. Sobre a situação da Venezuela, nossos vizinhos aqui do Brasil é de muita consternação pelos fortes tremores de terra que tiveram, só podemos desejar muita força e ajuda de todos para superar tamanho sofrimento e desespero!
Um abraço!
Muito impressionante. Indicações de grande utilidade.
ResponderEliminarApreciei a sua publicação de hoje, muito oportuna.
Um abraço.
Olinda, os terremotos são eventos terríveis, assustadores. Aqui perto do Brasil, a Venezuela, que nos faz fronteira no norte, sofreu um terremoto bem forte como você citou. Aqui no Brasil nunca tivemos terremotos de fato, apenas pequenos tremores em alguns lugares e de tempos em tempos em algumas regiões, mas nada que se compare com um terremoto de fato.
ResponderEliminarGostei de conhecer tal museu.
This is so hauntingly beautiful but incredibly tragic. Reading about how the Quake Museum uses engineering and interactive history to honor the 1755 disaster is amazing, especially because it serves as a house of wisdom to protect future generations. It is wild how Voltaire was writing poetry about it centuries ago, trying to make sense of the same cruel forces of nature. Connecting that historical memory to what is happening right now in Venezuela with those back-to-back earthquakes is completely heartbreaking.
ResponderEliminarIt is incredible that Lisbon built a whole house of wisdom to turn the memory of the 1755 disaster into a tool for survival. Seeing how they use technology and engineering to keep future generations safe is amazing, especially when you realize how deeply that event shook the entire world back then.
ResponderEliminarAmiga Olinda, boa noite de paz!
ResponderEliminarNão sei como vamos viver com tantos efeitos diferentes acontecendo tão perto de nós...
Calor de mais de 40 graus e terrremotos dentre outros...
Só Deus para nos salvaguardar.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Lo de Venezuela es muy triste. Hay que ayudar. Te mando un beso.
ResponderEliminarExcelente divulgação, Olinda. Terramotos, são acontecimentos que aterrorizam o ser humano pela imprevisibilidade de todo o acontecimento.
ResponderEliminarGratidão pela oportunidade, infelizmente presente noutros lugares da Terra.
Beijo,
SOL da Esteva
Querida Olinda, muito bom teres trazido este tema, para que nos lembremos daqueles que sofrem com os desastres naturais. Muitos deles são agravados pela irracionalidade humana que não sabe respeitar a natureza. O que está a acontecer na Venezuela é de uma tristeza tamanha e nao podemos ficar insensíveis a tão grande desgraça. Lisboa é uma zona crítica, mas, não sei se as nossas autoridades têm feito alguma coisa para minimizar os efeitos de um novo terramoto. Não conhecia a existência deste museu e gostei de o conhecer. Obrigada por isso. Amiga, espero que estejam todos bem. Deixo-te um beijinho de agradecimento pelo tanto que nos ensinas no teu Xaile
ResponderEliminarEmília 🌻🌻
Olá, amiga Olinda.
ResponderEliminarUm tema muito atual e premente, que muitas vezes descuramos. Em particular os especialistas em sismos. O terramoto de 1755, devia ser o exemplo para os especialistas perceberem que a zona da grande Lisboa está numa zona sísmica, e ao longo destes séculos pós 1755, terem feito construções mais seguras, para minimizar o impacto sísmico. Porque é sabido que mais ano menos ano, ele vai acontecer.
Muitas vezes, infelizmente, é preciso haver tragédias como a da Venezuela para que os especialistas se lembrarem.
Deixo os votos de um bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Olá, amiga Olinda, gostei muito desta excelente postagem que mostra um pouco a memória de Portugal, em especial Lisboa, e o que é mantido vivo para os contemporâneos.
ResponderEliminarUm ótimo domingo, um abraço, amiga.
Olá, querida, que tragédia esses terremotos, pega
ResponderEliminartodos desprevenidos, que drama que passam os humanos.
O de Lisboa... nunca mais, que Deus proteja os irmãos portugueses, mas...
sempre em alerta!
Pobre povo venezuelano... estão enfrentando cada uma...
Votos de uma feliz semana, querida.
Beijinhos.
Já li o livro, que é muito interessante, mas ainda não visitei o museu.
ResponderEliminarE, pelo que vi no vídeo, o museu vale mesmo a pena ser visitado.
Boa semana miga Olinda.
Um abraço.
Lisboa foi vítima não só desse terramoto, mas também de um outro muito anterior e igualmente muito grave. Infelizmente, a repetição é só uma questão de tempo.
ResponderEliminarA tragédia vivida na Venezuela corta o coração ...
Abraço, boa semana.
A memória nunca se perderá, assim guardada num museu. Oxalá se saiba aprender com o passado. Tudo de bom, minha Amiga Olinda.
ResponderEliminarUm beijo.
O que posso fazer é orar e interceder pelo povo venezuelano. Que Deus tenha misericórdia!
ResponderEliminarBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia
Olinda, que museu interessante! Aliás todas as espécies de museus trazem um pouquinho de ajuda à humanidade para entender as coisas e tentar salvaguardar o futuro de possíveis tragédias.
ResponderEliminarInfelizmente na Venezuela as coisas estão difíceis, uma tristeza sem fim.
Que Deus ajude a todos!!
Beijos querida!!
Minha querida. Que a memória guarde e reze para ser apenas isso. Voltando e desta vez para ficar. Um beijinho grande 🌷🩷
ResponderEliminarCaríssima Olinda!
ResponderEliminarAndo meio recolhido, mas compulsando os livros, pois ainda ambiciono fazer algo mais duradouro em 2026. Como descreve André Canhoto Costa, a fundação do Quake – Museu do Terramoto de Lisboa é uma virada madura na forma como Portugal lida com o seu maior trauma histórico. Em vez de soterrar a memória da tragédia sob o peso do esquecimento ou da mera lamentação, a iniciativa portuguesa contemporânea transforma a dor de 1755 em conhecimento vivo, ciência e resiliência prática. Mais do que isso, essa instituição converte o trauma em serviço público. O respeito pelas vítimas de 1755 materializa-se na educação e na prevenção, transformando o luto histórico na maior ferramenta de sobrevivência para o amanhã.
Um final de semana, Olinda!
Beijinhos,